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Uniube auxilia na capacitação de profissionais da África por meio de ferramentas virtuais

Publicado em: 31 de Julho de 2020


Com objetivo de levar conhecimento na área agrícola/agropecuária para a África, a Uniube passa a participar do Centro Internacional de Inovação e Transferência de Tecnologia Agropecuária (CIITTA). O projeto é da FGV Europa e possui parceria de várias instituições. A Universidade irá atuar por meio dos cursos de graduação e pós-graduação da área de Ciências Agrárias. Também terá importante papel na cessão da tecnologia criada pela própria Instituição para o ensino remoto e a distância.

O foco inicial para a aplicação da capacitação de profissionais será na Nigéria. Uberaba foi selecionada para ser a sede do Centro, devido à referência da cidade nas pesquisas que envolvem a agropecuária. “A Fundação Getúlio Vargas, por meio da sua unidade FGV Europa, realiza com sucesso, há mais de 10 anos, diversos projetos no continente africano e américa central. A transferência de tecnologia em projetos de cooperação Sul-Sul é o alicerce fundamental para o fortalecimento da agricultura e pecuária em países em desenvolvimento. A cidade de Uberaba é considerada a capital brasileira do agronegócio, possuindo forte tradição em inovação tecnológica, abriga diversas instituições de referência do setor, além de possuir a melhor genética zebuína do mundo, o que credenciou o munícipio para receber o CIITTA”, explica o coordenador de projetos agropecuários da FGV Europa, Giuliano Senatore.

A ideia principal do projeto é compartilhar conhecimento, capacitar pessoas, fomentar a produção sustentável de alimentos em vários países da África. “O CIITTA foi concebido com a finalidade de promover a capacitação e transferência de tecnologia brasileira do setor agropecuário para países africanos e da América do Sul e Central. Todo o conhecimento tecnológico acumulado pelo Brasil durante décadas de estudos e pesquisas passam a ser um grande diferencial na promoção de negócios e concomitantemente é um mecanismo essencial para a produção de alimentos em países com deficiência alimentar que receberão a oportunidade de serem autossuficientes na produção de alimentos e, desta forma, promover a justiça social”, conta o presidente do CIITTA, Altamir Roso.

De acordo com o Pró-Reitor de Pesquisa, Pós-graduação e Extensão da Uniube, André Luís Teixeira Fernandes, o CIITTA tem também a proposta de aproximar pessoas, vincular experiência e unir forças na busca da superação das adversidades. “O continente africano já sofre muito com o problema da fome, problema que tende a se agravar mais, pois, nos próximos 30 anos, a população da África dobrará. Com sólido desenvolvimento das cadeias produtivas agropecuárias, o Brasil é um dos protagonistas do agronegócio mundial. Por sermos o maior exportador de açúcar, café, suco de laranja, soja e carne de frango do mundo, além de estarmos entre os primeiros em carne bovina e produção de cereais, podemos ter a segurança de que nossas pesquisas e tecnologias estão na vanguarda da agropecuária global.  Um fator fundamental para o sucesso do Brasil no agronegócio é um intenso investimento em ciência, tecnologia e inovação, que nos torna referência para muitos países”, esclarece.

São parceiros no projeto também: Fazu, ABCZ, Embrapa, Emater, Epamig e o Instituto Agronelli. “Com um corpo técnico de alta qualidade e parcerias operacionais com as principais instituições de ensino e pesquisa públicas e privadas, o CIITTA está operando para trazer oportunidades concretas para as empresas do setor de máquinas, equipamentos, insumos e serviços. O continente Africano abriga 65% das terras férteis não cultivadas do planeta e necessita aumentar a sua produção agrícola drasticamente nos próximos anos. O Brasil apresenta-se como o único país no mundo com capacidade de oferecer um pacote de soluções para aumentar a produção de alimentos de muitos países. Atuando em parceira com a FGV Europe, Think Thank, líder na estruturação de projetos produtivos, o CIITTA avança para concretização de Acordos de Cooperação com vários países para oferecer treinamento, capacitação e transferência tecnológica”, complementa o responsável pelos projetos internacionais da FGV, Cleber Lima Guarany.

Para o Pró-Reitor, participar desse projeto é uma grande honra para a Universidade, pois permitirá, junto aos demais parceiros, capacitar e compartilhar conhecimentos e tecnologias que poderão revolucionar a produção de alimentos na África. “A Uniube terá papel importante no projeto, em assuntos relacionados à produção agropecuária, através dos seus cursos de graduação e pós-graduação na área de ciências agrárias e também em tecnologias para ensino remoto e a distância, graças à sua infraestrutura física, de pessoal e de TI, trajetória extremamente vitoriosa na educação a distância, desde 1999”, enaltece.

“Para o CIITTA, é uma grande satisfação ter a Uniube como uma de nossas parceiras, sua competência e comprovada experiência na formação profissional serão um grande diferencial que irá contribuir para alcançarmos nosso grande objetivo que é ver o CITTA reconhecido internacionalmente como o disseminador do conhecimento do agronegócio brasileiro e promotor de igualdade e justiça social”, finaliza Altamir.

 

 



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