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Realidade virtual deve mudar o diagnóstico de doenças cerebrais nos próximos anos

Publicado em: 26 de Junho de 2019


A realidade virtual, tecnologia que permite a imersão do usuário em um ambiente simulado e famosa no mundo dos videogames, promete melhorar a experiência de compra de clientes, atrair atenção de varejistas e criar oportunidades para desenvolvedores de soluções. O valor movimentado pelo mercado global de tecnologia de realidade virtual e aumentada deve atingir US$ 162 bilhões em 2020, segundo projeção da ABI Reseach, empresa especialista em análise de movimentos de mercado.

Mas o investimento nesses setores vai muito além de jogos de imersão e óculos de realidade aumentada. Hoje, empresas de turismo estão investindo em tour virtual para os clientes, e construtoras estão apresentando projetos em realidade aumentada. Contudo, um dos mais significativos avanços é na área da saúde. Segundo pesquisa realizada pelo grupo financeiro, Goldman Sachs, a realidade virtual deve movimentar cerca de 5,1 bilhões de dólares no setor de saúde até 2025, ficando atrás apenas dos jogos, no qual a quantia esperada é de 11,6 bilhões.

Esse cenário já é uma realidade nas universidades, como na Uniube Uberlândia, que possui uma linha de pesquisa na Iniciação Científica denominada Desenvolvimento de Aplicações da Realidade Virtual e Aumentada na área da Saúde. O projeto, encabeçado pelo aluno de Engenharia de Computação, Mackley Magalhães da Silva e pela professora, Luciene Chagas de Oliveira, tem como objetivo de desenvolver um simulador de Neurocirurgias, utilizando Realidade Virtual e Aumentada com objetos em 3D.

Em maio, Mackley participou de um curso de Neuroanatomia em 3D ofertado pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, ministrado pelo neurocirurgião especializado em córtex central, doutor Eduardo Carvalhal Ribas. O objetivo do curso foi ensinar a complexa arquitetura do cérebro, utilizando a projeção 3D, com revisão dos principais temas da neuroanatomia cerebral, compreensão das conexões cerebrais e a relação das estruturas anatômicas e suas funções neurológicas.

De acordo com o aluno da Uniube, o curso foi de grande valia para o projeto, pois teve a oportunidade de aprender, principalmente, onde acontece a ‘trombose’, objeto de pesquisa de sua IC. “Com o mapa em três dimensões é possível compreender as possíveis causas neurológicas do procedimento e do defeito cerebral”, contou. “O curso me ajudou a visualizar melhor o que escolhemos no procedimento ideal para dar início ao projeto, pois o Hematoma Subdural Crônico é, dentre os muitos problemas que podemos encontrar no cérebro, o mais simples de ser resolvido e o mais demorado de ser detectado em alguns casos”, completou Mackley.



https://www.uniube.br/conteudo2.php?p=4&m=&c=2189


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