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Simpósio e Workshop de Arquitetura traz a Uniube palestrantes estrangeiros

Publicado em: 28 de Maio de 2019


Alunos e professores do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Uberaba (Uniube) apresentaram, na sexta-feira (24), à noite, no anfiteatro D56 do Campus Aeroporto, os resultados do estudo feito sobre a consolidação do bairro Alfredo Freire 1, conjunto habitacional construído em 1983, na “borda” da cidade, que está na sexta fase de expansão. A atividade encerrou a programação do “III Simpósio e Workshop Internacional: [Re]pensar o espaço democrático - Arquitetura + Cidade”, realizado  durante toda a semana.

O estudo da área foi dividido entre três equipes, que, ao final, se complementaram e apresentaram ao bairro uma proposta de readequação de toda a área, principalmente dos espaços públicos, onde alunos e professores trabalharam o novo desenho e as novas proposições para a população. O evento trouxe para a Uniube arquitetos de São Paulo, Recife, Ouro Preto (MG), Paraguai, Equador e Espanha, que refletiram sobre problemas comuns e trocaram experiências na busca de caminhos frente aos desafios da atualidade.

“Acho que é fundamental que a universidade, cada vez mais, expanda as suas relações, trazendo profissionais de outros territórios e continentes. Isso é enriquecedor para os alunos do ponto de vista da troca de experiências. Realidades que são distintas, mas que têm problemas comuns”, destacou o coordenador do evento e professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Uniube, José Carlos Faim Bezzon.

O arquiteto e professor na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Bruno Lima, foi um dos convidados. “É muito interessante essa troca de experiências pedagógicas entre o corpo docente e a interação com os alunos, que são de períodos variados. Uma oportunidade de compartilhamento de conhecimento para atingir a resposta de uma problemática”, ressaltou.

Para o arquiteto, David Juarez, que veio de Barcelona, na Espanha, o intercâmbio entre a academia valoriza a proposta do evento. “O tema tratado é de muito potencial e de muita problemática  e aqui juntamos pessoas de vários lugares. Acho que isso enriquece muito o enfoque. Estamos tratando o problema de vários ângulos e esses vários pontos de vistas e perfis diferentes se complementam, assim, trazemos aos alunos uma visão mais rica e divertida”, disse.

Na opinião do arquiteto, Horácio Cherniavsky, do Paraguai, trata-se de um olhar distinto de quem não está acostumado com aquela problemática. Já o arquiteto equatoriano, José Fernando Gomez Marmolejo, destacou a importância do evento, no qual o aluno não somente recebe informação, que é importante para ele, como também a troca de conhecimento que se traz de outros países. “Assim, começamos a passar um pouco a ideia de que o outro lado pode fazer coisas diferentes também. Quando o estudante tem essa experiência com outro tipo de interação e com pessoas de outros países, é muito maior a riqueza do conhecimento”, disse José Fernando.

Para o professor de Arquitetura da Uniube, Thiago Reis, a vinda de profissionais estrangeiros promove uma espécie de abertura em relação aos saberes. “Ainda que sejam relacionadas com a arquitetura, as práticas podem ser diferentes, as metodologias, as formas de se relacionar com o objeto e com a cidade. Então, trazer convidados de fora nos permite um alargamento muito importante para que os alunos compreendam e estimulem novas perspectivas, possibilidades,  consigam articular novos campos projetuais e de linguagem e aprendam um pouco da cultura e da história dos convidados”, comentou.

A professora de Arquitetura, Camila Ferreira Guimarães, fez um balanço do evento este ano. “A gente consegue perceber o quanto os alunos se envolveram com o tema e como eles conseguiram dar propostas dentro do workshop para uma situação tão complexa da cidade. E com as palestras nós conseguimos ampliar nossas concepções sobre o assunto e repensar, de fato, o que é esse espaço, o que é a cidade dentro de um contexto contemporâneo, com uma complexidade e diversidade dos outros países, como o Brasil, o Paraguai, o Equador e a Espanha. Além de ter contribuído para o curso também porque foi o momento de a gente repensar algumas questões, métodos e conceitos. Enfim, foi enriquecedor tanto para os alunos como para os professores”, concluiu.



https://www.uniube.br/conteudo2.php?p=4&m=&c=2147


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