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Ex-aluna da Uniube é aprovada em 1º lugar no doutorado da USP

Publicado em: 28 de Fevereiro de 2019


A aluna egressa do curso de Engenharia Ambiental, da Universidade de Uberaba (Uniube), Allita Rezende dos Santos, de 31 anos, conquistou primeiro lugar no doutorado da USP, em São Carlos, mesma instituição em que defendeu sua tese de mestrado, no início deste mês. Para a aluna, disciplina e muita dedicação foram as principais aliadas. “Todos os esforços valeram a pena e, a cada dia que passa, tenho mais certeza e apreço em poder contribuir para a melhora de uma sociedade em desenvolvimento”, disse.

Allita recebeu orientação do professor Dr. Frederico Fábio Mauad e seguiu a linha de pesquisa  ‘Avaliação da dinâmica de áreas de conservação por meio de ferramentas à suporte de decisão, na Bacia Hidrográfica da Represa do Lobo (Itirapina/SP) ’, no programa de Pós-graduação em Ciências da Engenharia Ambiental. “Eu sempre tive uma consideração pelas tecnologias e um ‘olhar para o futuro’, então já venho desenvolvendo essas questões, como: compreender o passado para entender um possível futuro”, conta.

A preparação para o ingresso no mestrado teve início já na graduação. Depois de formada, Allita estudou durante um ano para as provas teóricas do programa. “Durante esse ano de estudos, eu precisava me aproximar dos professores da USP para aumentar as chances de sucesso no processo seletivo. Por isso, realizei uma disciplina como aluno especial do programa para conhecer os mestres e conversar sobre o interesse deles no meu projeto”, conta.

Segundo Allita, a principal dificuldade era conciliar a graduação, a iniciação científica, o trabalho profissional e o plano de estudos.  “Os estudos excedentes à graduação foram essenciais para o sucesso no processo seletivo, visto que a USP é muito exigente na abordagem teórica e científica”, conta. Mesmo com as dificuldades, a estudante concluiu com êxito. “A minha graduação foi realizada com muita satisfação. Os professores foram essenciais para despertar em mim a vontade de seguir a carreira acadêmica e científica. Foram professores ‘humanos’, com profissionalismo e incentivo, além de suas obrigações básicas”, completa.

A coordenadora do curso de Engenharia Ambiental da Uniube e ex-professora de Allita, Francienne Góis Oliveira, acompanhou a defesa da tese de mestrado por meio de videoconferência. “Participar de uma defesa via videoconferência foi uma experiência inovadora, além da comodidade de estar casa. Muitas universidades já utilizam este recurso uma vez que diminui custos e tempo de viagem dos membros da banca”, conta.

Segundo Francienne, conquistas como a de a Allita são muito significativas. “Para os egressos da Engenharia Ambiental, a área acadêmica é uma opção de atuação profissional e reflete o quanto nossos egressos receberam instrução, formação e estão preparados para todas as possíveis áreas de atuação“, afirma. “O curso de Engenharia Ambiental forma alunos generalistas aptos para trabalhar em diversas áreas. Há possibilidade de fazer iniciação científica, trabalhar com empreendedorismo e solucionar problemas ambientais”, completa.

No projeto de pesquisa do doutorado, Allita fará o ‘Estudo da influência das mudanças climáticas e do uso e ocupação do solo na dinâmica e rendimento da produção de sedimentos na bacia hidrográfica do rio Mogi Guaçu (MG/SP) ’; segundo ela, o tema ainda está em adaptação, mas o foco será esse. “Serão analisados cenários pretéritos, presente e futuros para o estudo. O cenário futuro se dará por modelagem até o final do século (2100)”, esclarece.

No primeiro ano do doutorado, ela irá adaptar a metodologia junto à procura dos dados que serão utilizados. No segundo, realizará o planejamento das visitas de campo e, por fim, buscará a validação da metodologia perante pesquisadores já experientes, por meio de uma primeira banca de defesa. “No segundo e no terceiro ano, será realizada  a pesquisa, o desenvolvimento da tese, a publicação de artigos em periódicos científicos e a apresentação em simpósios, congressos e outros”, conta.

Allita explica que recebe uma bolsa de auxílio que exige dedicação exclusiva, assim, em seu tempo livre, pratica exercícios que proporcionam tranquilidade. “Como existe muita pressão na pós-graduação, procuro amenizar a ansiedade com o autoconhecimento, kung-fu, yoga, meditação e conhecer o pessoal que vem de várias partes do Brasil e de outros países. Nesse último caso, é bem legal perceber as diferentes culturas e estilos de vida”, lembra.  

Para o futuro, seu desejo é continuar estudando e evoluindo na carreira científica. “Meu plano a curto prazo é desenvolver parte do doutorado no exterior e até mesmo um pós-doutorado. A médio e longo prazo seria continuar na carreira científica e passar todo o conhecimento adquirido nessa caminhada para pessoas que queiram contribuir para a melhora do futuro da humanidade”, disse.

Aos que estão começando, Allita deixa um conselho: “Para o sucesso não existe atalho e o trabalho é árduo. Mas, ainda assim, vale a pena lutar por seus ideais e seguir os anseios verdadeiros. As recompensas são maravilhosas e acabam por aparecer antes mesmo das nossas expectativas. Por fim, nossos corações são tomados por uma enorme alegria de estar em busca daquilo que realmente gostamos e ainda contribuindo para a melhora da sociedade”.

O mercado de trabalho para Engenharia Ambiental

O curso de Engenharia Ambiental pode ser o ponto de partida para as carreiras mais promissoras nos próximos anos, já que a busca por soluções sustentáveis é uma preocupação urgente.

Uma pesquisa realizada pelo Programa de Estudos do Futuro (Profuturo), da Fundação Instituto de Administração (FIA), aponta que, para os próximos dez anos, irão se destacar áreas, como: engenharia, ecologia, sustentabilidade e recursos humanos.

Para a coordenadora do curso de Engenharia Ambiental, o mercado de trabalho para a área é amplo. “As oportunidades estão nas indústrias, área de saneamento, consultoria, gerenciamento de resíduos, analista ambiental e até mesmo na docência. Existem muitas vagas distribuídas por todo Brasil, mas, principalmente, em SP”, afirma.

Já Allita, acredita que, apesar das dificuldades do mercado atual, a formação é muito relevante, levando em consideração que a maioria das atividades humanas possuem algum potencial de poluição e degradação dos recursos naturais. “A atribuição de gestão e o controle ambiental dessas atividades são, principalmente, para os gestores e engenheiros ambientais. Diante disso há muito cargo disponível para os engenheiros ambientais e a tendência é que a disponibilidade desses cargos aumente, isso porque o desenvolvimento humano exige cada vez mais das fábricas e indústrias”, finaliza.



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