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Alunos de Arquitetura da Uniube apresentam projeto de recuperação do Palácio São Luiz


Os alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo da Uniube apresentaram, na última semana, o projeto de recuperação/ampliação do Palácio Episcopal São Luiz. O trabalho é desenvolvido pelo Núcleo de Prática de Engenharia, Informática e Arquitetura (Nupeia), em parceria com a Cúria Metropolitana, e tem o objetivo de transformar o palácio em um museu da Igreja Católica na cidade.

O projeto apresentado incorpora auditório, café, loja, museu e biblioteca. Além disso, o local servirá como um acervo de arquivos da arquidiocese. “O restauro do Palacete já é um trabalho que já fazemos há um ano. Foram feitos os levantamentos de todo o local no semestre passado e, neste período, nós elaboramos os projetos para trazer o uso público desse palácio. Dessa maneira, o uberabense poderá utilizar todo esse corpo do edifício de forma a se interessar por patrimônio histórico, pela cidade, pela identidade, pela cultura local, e trazer uma funcionalidade para esse bem, hoje parado”, afirma o estudante do 10º período de arquitetura, Matheus Lopes Medeiros.

Toda as ações da reestruturação são feitas pelo projeto extensionista Arquitetura e Comunidade, do Nupeia. O professor dos cursos de Arquitetura e Design, Marcel Alessandro Claro, explica que o restauro é necessário para a valorização da belíssima arquitetura do local. “Nós mantivemos a estrutura original do palácio. Os alunos trabalharam em todos os processos em conversa com a Cúria, responsável pelo imóvel. Eles desenvolveram em conjunto com nós, professores da arquitetura e da engenharia, as primeiras leituras e análises do imóvel: o que restaurar, o que manter, o que nós podemos mexer. Os alunos desenvolveram desenhos em software 2D, fizeram toda a planta de como está o Palácio hoje. Fizemos todos esses processos e eles desenvolveram uma maquete eletrônica e um projeto de restauro para apresentar para os responsáveis”, explica o também coordenador do projeto, Marcel.

Após a aprovação do desenho técnico, os alunos do projeto Engenharia Civil e Comunidade vão realizar a idealização estrutural do palácio. “A adequação da necessidade, nesse caso da Igreja, no espaço físico é feita pela arquitetura. A engenharia entra na parte de viabilização, de estrutura física. Nós vamos verificar as condições dela e se é possível remover ou acrescentar o que está sendo pedido”, explica o coordenador do projeto e professor do curso de Engenharia Civil, Anderson Santos Pereira.

Ainda segundo o professor, as duas profissões, Arquitetura e Engenharia Civil, caminham juntas. “Todo escritório de arquitetura depende de um escritório de engenharia e todo escritório de engenharia depende do escritório de arquitetura. Um trabalho de engenheiro e arquiteto não é separado. Ele é conjunto, sempre. Então o curso está fazendo isso porque é um trabalho real, ele é uma atividade real. O arquiteto não está supondo uma situação. Ele está vivenciando uma situação prática”, continua.

O Monsenhor Valmir A. Ribeiro destaca que está feliz com o resultado do trabalho apresentado e desenvolvido pelos alunos e professores. “A possibilidade vai se tornando cada vez mais real de nós termos o palácio recuperado e um patrimônio, não só para nós, como igreja, mas para o uso da sociedade, devolvendo ao palácio a sua função social e também eclesial. E saber que isso nasceu aqui dentro da Uniube, por uma parceria conosco enquanto arquidiocese de Uberaba, é algo gratificante. Perceber o interesse dos alunos em um trabalho como esse, que foi um trabalho de fôlego e ainda será, porque ele não termina aqui, e encontrar alunos, jovens entusiasmados com um projeto como esse, enche o coração da gente de muita alegria”, conclui.

O Nupeia

O Núcleo de Prática de Engenharia, Informática e Arquitetura organiza atividades de prática profissional para alunos dos cursos de Engenharia, Sistemas de Informação e Arquitetura. “A intenção é aproximar a teoria da sala de aula do mercado de trabalho. Essas atividades podem ocorrer de diferentes formas, por meio de visitas técnicas, atividades laboratoriais e, principalmente, por meio do que chamamos de projetos sociais”, explica o gestor do Nupeia, professor Plauto Riccioppo Filho.

Parte dessas atividades se transforma em projetos extensionistas, promovendo a interação aluno/comunidade. “Os projetos sociais são uma oportunidade de unir as demandas dos alunos com as da sociedade. Nesses projetos sociais, os alunos têm a oportunidade de fornecer à comunidade trabalhos técnicos sem custos, que estão relacionados a cada uma das áreas citadas, atendendo a entidades sem fins lucrativos em geral ou pessoas físicas que não teriam condições de pagar por esses serviços técnicos”, conclui.

 

 


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