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Hospital Universitário fecha balanço positivo de transplantes de rins


A equipe de transplante renal do Mário Palmério Hospital Universitário (MPHU) fechou o primeiro semestre de 2017, com balanço positivo em relação ao número de transplantes realizados. De janeiro a junho foram sete órgãos transplantados, a mesma quantidade de todo o ano de 2016. A expectativa é fechar esse ano com, pelo menos, 12 transplantes. “Podemos fazer muito mais, porém dependemos da conscientização das pessoas para doar e também das equipes médicas e de outros hospitais para incentivar a doação e a captação de órgãos. Essa conscientização tem aumentado. Prova disso é o resultado que estamos conseguindo”, explicou o coordenador da equipe de transplante do MPHU, nefrologista Fabiano Bichuette.

Com dois hospitais credenciados para transplante renal, que é um procedimento de alta complexidade, Uberaba é hoje considerada um polo nesse tipo de procedimento médico em Minas Gerais e, por isso, muitos pacientes de fora são atendidos aqui. O Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC-UFTM) realiza transplante renal desde a década de 80. O MPHU, que é o Hospital de Ensino da Universidade de Uberaba (Uniube), foi autorizado a fazer transplante em 2015. Nesse período já realizou, ao todo, 17 transplantes, sendo três no primeiro ano, sete em 2016 e mais sete nos seis primeiros meses desse ano. “Três foram com doador vivo e os outros com doador falecido. Em dezessete transplantes, houve dois óbitos. A sobrevida foi de quinze dos dezessete pacientes. O que é considerada uma taxa de sobrevida alta, de quase 90%, sendo que todos esses pacientes estão com rim funcionando muito bem, que é um outro dado importante”, afirma Fabiano.

O paciente que recebeu o transplante de rim mais recente, deixou o MPHU há uma semana para voltar para casa. O pedreiro Edmilson José dos Santos, de Patos de Minas/MG, descobriu uma atrofia renal há três anos e necessitava de hemodiálise três vezes por semana. Aguardando na fila pelo transplante, ele conta que quase não acreditou quando recebeu o telefonema da equipe do Hospital Universitário. “Eu pensei que era trote, a gente tinha muita esperança, mas quando aconteceu a ligação, a minha esposa e eu não acreditamos. Mas logo em seguida já fiquei muito feliz e agradecido”, contou.

O transplante do Edmilson foi um sucesso e ele deixou o MPHU com um desejo: “quero ir à praia sem preocupação de ter que voltar para fazer diálise. Quero só aproveitar a vida”. De acordo com o urologista Marcelo Bianco, integrante da equipe de transplante do MPHU, essa sensação de liberdade que o Edmilson comentou é muito comum, porque o paciente renal crônico é um paciente totalmente limitado à uma máquina. “Ele não pode sair, não pode viajar, não pode ir à uma festa. O transplante veio tentar melhorar a condição de vida desses pacientes. Quanto mais transplantes nós fizermos, quanto mais incentivarmos o transplante, mais autonomia nós vamos dar a essas pessoas”, ressaltou Marcelo Bianco.

A doação intervivos, ou seja, quando o doador faz a doação espontânea de um rim para outra pessoa, precisa cumprir alguns pré-requisitos. O doador deve ter idade acima de 18 anos, deve ser parente até o quarto grau do paciente, ou cônjuge, o que foge disso deve ter autorização judicial. “O paciente tem que ter compatibilidade sanguínea, tem que ter boas condições de saúde, não pode ter hipertensão, diabetes, pedras nos rins, são essas as principais indicações. É importante citar que o doador vivo também passa por uma bateria de exames para saber como está sua saúde e avaliação multidisciplinar com psicólogos, assistente social, médicos de diferentes áreas e dentista. Só depois dessa avaliação ele poderá ser considerado apto a doar”, explicou Bichuette.

Os protocolos de avaliação do doador e receptor,  imunossupressão e de técnicas cirúrgicas adotados pela equipe do MPHU foram espelhados nos que são aplicados em  Unidades referências nacionais em transplante renal, como o Hospital de Base de São José do Rio Preto e Hospital do Rim em São Paulo. A médica nefrologista Maria Salomão e os urologistas Sergio Anacleto e Marcelo Bianco estiveram recentemente no Hospital do rim em São paulo para visitas e estágio. "Isso mostra o compromisso do MPHU em realizar um serviço de excelência", completou o Dr. Fabiano Bichuette.

 


http://www.uniube.br/conteudo2.php?p=4&m=&c=1117


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