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Características já

A raça Guzerá tem características milenarmente estabelecidas. O rebanho JA enquadra-se perfeitamente dentro delas. Tendo sido fundado em 1895, com escrita atualizada até hoje, o rebanho apresenta algumas oportunidades de reflexões.

O rebanho sempre esteve filiado a entidades de controle, como a FPCB, ABC, SRTM (Sociedade Rural do Triângulo Mineiro) que deu lugar à atual ABCZ -Associação Brasileira dos Criadores de Zebu, tendo ali dados acumulados desde a década de 1920. Os registros históricos mostram, portanto, que o bom desempenho em produtividade leiteira, e outros fatores, não surgiram há pouco tempo, devido ao cruzamento de linhagens. Pelo contrário, trabalhando apenas com o mesmo gado, no mesmo local, foi possível chegar a um inédito patamar de produtividade. Isto é resultado do correto uso de consanguinidade, que se evidencia pela tenacidade genética.


Tenacidade genética - Tanto tempo insistindo no mesmo comportamento produtivo garante que o Guzerá-JA apresenta maior tenacidade, característica que é interessante para os usuários. É uma certeza de que as "vitórias" do gado estará, de fato, na progênie.

Exemplificando: se a herdabilidade de uma característica for de 15%, estará significando que, entre 100 crias, entre 10 a 20 terão chance de garantir um melhoramento, nos padrões comuns,com média em 15. Já no Guzerá-JA, por apresentar uma tenacidade genética muito elevada são comuns excelentes resultados acima de 40%. Ou seja, quanto maior for a tenacidade maior será a confiabilidade de estar no pico superior do desvio médio de cada característica.


Mansidão - Sem dúvida, é o único rebanho da raça Guzerá que seleciona, de fato, a mansidão. Há linhagens específicas para ir perpetuando a mansidão. Todos os demais rebanhos, ao quererem incutir mansidão, adquirem um produto Guzerá-JA.


Liberdade genética - Embora altamente consanguíneo, o Guzerá-JA mantém linhagens diferenciadas, com características próprias. O correto uso e equilíbrio dessas linhagens garante a continuidade dos trabalhos, sem o surgimento de nenhum gene deletério. Pelo contrário, a produtividade leiteira continua aumentando, bem como os índices de prolificidade, dois fatores que são sinalizadores imediatos do mau emprego de consanguinidade.


Pesquisa - Até onde vai o conhecimento do mundo científico sobre a prática da consanguinidade - Os últimos estudos mostram que houve pouca, ou mesmo nenhuma influência da consanguinidade na produtividade leiteira (Holmes, C.W., 1989 - na Nova Zelândia, "Produção de leite a pasto"). Se a consanguinidade comporta virtudes, ou vantagens, facilitando a aplicação no mercado usuário, cabe inaugurar um Programa específico para rebanhos mantidos nesse regime. É o que a Programa Uniube de Melhoramento Genético para os Trópicos decidiu assumir.


Rebanho - As referências históricas apontam o rebanho Guzerá-JA, de Cantagalo (RJ), como sendo o mais antigo em seleção contínua do Brasil. Também foi o primeiro que realizou toda sorte de pesquisas dentro de uma propriedade e manteve as portas abertas para dezenas de técnicos.

O rebanho consolidou, então, a própria pecuária leiteira da raça Guzerá no Brasil. Este rebanho é mantido em consangüinidade estreita, desde 1928, quando entrou o último reprodutor originário da Índia. Trata-se, portanto, de um raro e excelente material de pesquisas genéticas. A depressão morfológica do gado é praticamente nula e a produtividade leiteira continua em ascensão, como bem demonstram os últimos dados:

a) a recordista mundial, Nuvem-JF é filha de Seridó-JA;
b) dezenas de relevantes matrizes da atualidade têm vínculo direto com o Guzerá-JA;
c) o sumário das 50 melhores matrizes leiteiras do CBMG-Centro Brasileiro de Melhoramento Genético do Guzerá indica uma filha de Guzerá-JA;
d) o rebanho mantém animais de grande de peso entre as recordistas brasileiras;
e) o rebanho fornece muitos exemplos de beleza racial; etc.
A consangüinidade, portanto, depois de 100 anos, ainda atua positivamente e isso é tema importante para pesquisa.


Testes Zootécnicos - O rebanho aceitou o desafio e estará colocado em testes zootécnicos, em regime de campo, com avaliação sistemática da produtividade global, levando em conta todos os fatores econômicos envolvidos.
Além disso, será aplicado um teste de relacionamento filogenético, abrindo um paralelo com os animais indianos, bem como testes de DNA mitocondrial onde for necessário.

O rebanho continuará mantendo seus arquivos particulares, bem como a Uniube manterá toda a escrituração com a ABCZ e demais organismos decisórios da moderna pecuária.

No aspecto de produtividade leiteira, o rebanho terá à disposição as ferramentas da Biotecnologia: transferência de embriões, clonagem, FIV, MOET e teste de progênie convencional, de acordo com decisão do corpo de especialistas envolvidos.


Fertilidade - Dentro da Uniube, havia grande expectativa sobre a influência da alta consanguinidade na fertilidade do gado. O rebanho passou pelos testes sanitários e não houve qualquer interrupção dos índices de fertilidade. O índice de prenhez das fêmeas expostas à reprodução tem sido de 100%. Isso deixa claro que, no Guzerá-JA, a consanguinidade não apresenta, hoje, nenhum risco.

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