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Origem

Origem - A história perde-se na origem da humanidade, tendo sido encontrados selos impressos em cerâmica e em terracota em Mohenjo-Daro, Harappa e peças diversas nas regiões da antiga Assíria e Mesopotâmia. Na Índia, recebe o nome de "Kankrej" e sua efígie é distintivo do próprio Ministério de Agricultura. Olver (1938) e Joshi & Phillips (1954) concordam que o Guzerá já estava no vale do Indo, quando os arianos invadiram a Índia, por volta de 1.500 a.C. É apontada como sendo "melhoradora das demais raças", historicamente.

O hábitat, na Índia, é a região prédesértica de Kutch, em Gujarat. No Brasil, o Guzerá está presente na região nordestina, onde foi a única raça que sobreviveu, produtivamente, durante os cinco anos consecutivos de seca (1978-1983). Também é muito criada no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, São Paulo, Goiás e vem se expandindo para diversas regiões, com notáveis resultados.

Descrição - É raça de grande porte, com pelagem azulega, sendo escuros o posterior, a frente e as extremidades do animal, evitando-se a pele clara e desclassificando a de cor rósea. O perfil é reto ou semicôncavo, com chifres em forma de lira, arcadas orbitárias salientes, focinho possante com anel claro, fortes cascos, orelha mediana.


No Brasil - A raça foi trazida para o Brasil, na década de 1870, pelo Barão de Duas Barras, logo dominando a pecuária nos cafezais fluminenses. Surgia como solução para o transporte dos vagões nas íngremes montanhas e também produzindo leite e carne. Com a abolição da escravidão, em 1888, os cafezais fluminenses entraram em decadência. Os criadores de Guzerá foram os apologistas das vantagens e virtudes do gado, enfrentando a "guerra contra o Zebu", promovida por cientistas paulistas e estimulada pelo Governo Federal. Seria a raça de maior contingente até o início da década de 1920, quando nasceria a raça "Indubrasil", produto da infusão de sangue Gir sobre o mestiço "Guzonel" ( Guzerá x Nelore). Seu reinado durou, portanto, mais de 50 anos. A partir dessa data, as fêmeas Guzerá eram adquiridas para formar a nova raça promovida por Uberaba, levando a uma franca decadência. Apenas dois criadores sustentaram o Guzerá nesse período: João de Abreu Júnior, em Cantagalo, RJ e Cristiano Penna, em Curvelo, MG.

O Herd-Book foi implantado no Brasil em 1938. O primeiro macho a ser registrado foi "Gaúcho" do Governo Federal; a primeira fêmea foi "Úmbria", também do Governo Federal.

Depois da importação de 1962/63, o Guzerá ganhou novo impulso, principalmente quando a "Maldição dos 100 Anos" liquidou grande parte do rebanho nordestino " (Grande Seca de 1978-1983, que se repete de 100 em 100 anos). Era comum ouvir a frase: "quando um Guzerá cai para morrer, todos os demais gados já morreram". Nesse período, 70% do contingente da Exposição Nordestina era de Guzerá, pois somente esta raça continuava viva no sertão.

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